VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino
   Neste Sete de Setembro, dia do teu centésimo-nonagésimo-terceiro aniversário, meu Brasil amado, quero renovar solenemente meu voto de fidelidade e de amor sem limites a ti. E reiterar minha disposição de dedicar-me inteiramente ao teu serviço e à manutenção da tua intangibilidade diante de todo e qualquer inimigo, perigo ou  ameaça, com o sacrifício da própria vida se e quando necessário for.
   Mas preciso dizer quanta saudade sinto de ti, como eras até 1990 e como foste em todos os anos de minha vida, até essa data fatídica e com a exceção  do período 1963-1964. Eras o País da Esperança e do Futuro, a Pátria do Evangelho; teus governantes eram teus amigos e do nosso povo, e comprometidos com a realização dos objetivos nacionais brasileiros; éramos felizes, esperançosos no porvir e orgulhosos de nossa condição de futura potência, graças à incrível riqueza do nosso território imenso, abençoado por Deus e conquistado pelo valor e pela fibra dos nossos heróicos antepassados!
  A partir de 1990, tudo mudou. Seguindo a senda pérfida dos traidores de 1935 e de 1963-1964, aventureiros apátridas, caudatários de interesses estranhos aos nossos e /ou escravos malditos da torpe e cruel ideologia vermelha assassina assumiram o poder e passaram a modificar os valores e os costumes; a torpedear a ética, o moral  e a moral nacionais; a entregar nosso patrimônio nacional a fontes de poder externo; a aceitar limitações à soberania e à independência tão dura e sofridamente conquistadas; a empurrar-nos deliberadamente para os descaminhos do ódio e da divisão entre irmãos, da pilhagem dos recursos públicos, de direito a todo o povo pertencente,  pela corrupção generalizada, crescente, hoje sem qualquer limite, da desgraça, do desencanto, da perdição!
   Ao mesmo tempo, esses agentes do mal dedicaram-se a semear o revanchismo contra as Forças Armadas, a minar seu poder combatente pela negação dos recursos para mantê-las minimamente aprestadas para a defesa eficaz do Brasil, alvo valioso e tão cobiçado, contra toda e qualquer ameaça externa ou interna. No mesmo diapasão, têm sido mestres em atacar o moral do pessoal militar, reduzindo-o à categoria de servidores de segunda classe do Estado, pela remuneração iníqua em que tem sido mantido há já 25 anos, e promovendo, incentivando e orquestrando campanhas mentirosas de descrédito contra ele, seus heróis e feitos e vultos históricos, para macular sua honra, seu prestígio e seu conceito junto ao povo.
   O revoltante cIímax negativo foi atingido hoje, Dia da Pátria. Nenhuma referência ou cobertura especial dos jornalões comprados pela verba corrompedora da propaganda oficial, nenhuma exibição completa dos desfiles militares que ocorreram de norte a sul e de leste a oeste no País pelas redes de televisão, também seduzidas pelas facilidades concedidas pela
garras do governo de plantão e seus espúrios desígnios de dominação e modificação da ordem vigente.
   Em Brasília, a antiga “Capital da Esperança”, designação há tanto tempo esquecida em função da grande tragédia que se abateu  sobre o Brasil, chegou-se ao cúmulo de ver erguido muro de metal, para isolar o povo e não lhe permitir aproximar-se e manifestar seu justo desapreço e indignação pela mais desacreditada cabecilha de governo de toda a História do Brasil, situação a que chegou por suas exclusivas falhas, omissões, falsas promessas, arrogância, distanciamento da realidade psicossocial, política e econômica nacional...
   Outros muros houve e há, como o de Berlim, demolido pela sede de liberdade dos alemães. Nenhum, porém, tão ridículo, chocante e inaceitável, como o Muro de Lata erguido em Brasília, para satisfazer a necessidade de manter afastado e contido/tolhido um povo sequioso de manifestar, como é normal nas democracias, seu desagrado por uma governante que o enganou, tem-se mostrado incompetente e  incapaz de atender aos reclamos de bom governo.
   Tudo isso, neste dia que deveria ser de festa e alegre comemoração, encheu de tristeza e desencanto os corações patrióticos. Mais que isso, doeu na alma que ninguém investido de autoridade se houvesse anteposto, para impedir, em nome da razão, tão tosca e demeritória medida para a imagem do Brasil, como a construção do Muro de Lata! Todos se calaram e sujeitaram, servilmente, a serem coniventes com a medida completamente despótica e infeliz!
   Por causa de todo esse vento de insânia com que vimos sendo agredidos há 25 anos, com redobrada virulência nos 13 mais recentes, pela acentuação da infecção vermelha, repito: que saudade sinto do meu Brasil brasileiro, motivo de minha grande paixão, e que, a pouco e pouco, me vai sendo roubado pelas ações tresloucadas dos arautos da nova ordem cruel e pervertida!
   Mas, se mantivermos a dignidade e o espírito de lutar sempre pela Pátria e  pelas mais nobres, elevadas e belas causas, sabemos que Deus proverá e virá em auxílio de nossos abnegados e dedicados esforços, Não há mal que sempre dure! O sol da esperança, da liberdade, da decência e do Bem voltará a brilhar para nós! E os maus, os mentirosos, os traidores, os vendilhões, os ladrões dos recursos públicos, os covardes, os coniventes e os omissos serão varridos da realidade nacional nesse dia de glória e de vitória!
   Brasil, meu Brasil brasileiro, Terra do meu afeto e dos meus amores, motivo da paixão que guardo no coração desde que primeiro me percebi como gente, parabéns pelo teu aniversário!
Estou, e estarei sempre, de coração, mente, corpo e alma, ao teu lado,
pronto a defender-te em todas e quaisquer circunstâncias, contra todos e
quaisquer inimigos!
Quem me acompanha neste ato de fé, esperança e amor verdadeiro
 
       Rio de Janeiro, RJ, 07 de setembro de 2015, DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.

ERA O QUE EU GOSTARIA DE ESCREVER.